Ureterolitotripsia: cuidados no pós e cateter duplo J
Dor cólica, ardor para urinar e retorno às atividades.
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O cálculo renal (pedra no rim) é uma das causas mais comuns de dor aguda em urologia. Na maioria dos casos, resolve sem grandes cirurgias — com hidratação, medicação ou procedimentos minimamente invasivos.
Objetivo: diagnóstico preciso e tratamento com o menor impacto possível.
O cálculo renal — popularmente conhecido como pedra no rim — é uma massa sólida formada pelo acúmulo de substâncias presentes na urina (cálcio, oxalato, ácido úrico, entre outras). Quando a concentração dessas substâncias aumenta, cristais se formam e podem crescer até se tornarem cálculos.
Fatores que contribuem para a formação:
O diagnóstico preciso é fundamental para definir o melhor tratamento:
O tratamento depende do tamanho, localização e sintomas causados pelo cálculo:
Quem já teve cálculo renal tem maior chance de recorrência. A prevenção é parte essencial do tratamento:
Não. A maioria dos cálculos pequenos (até 5–6 mm) pode ser eliminada espontaneamente com hidratação e medicação. Procedimentos são indicados quando o cálculo causa obstrução, infecção ou não é expulso naturalmente.
A tomografia de abdome sem contraste é o exame mais preciso. O ultrassom também pode identificar cálculos renais e é útil como primeira avaliação.
Sim. É um procedimento endoscópico (sem cortes), realizado sob anestesia, com alta geralmente no mesmo dia. O laser fragmenta o cálculo em pedaços que são removidos ou eliminados naturalmente.
Hidratação adequada (2–3 litros/dia), dieta equilibrada com redução de sódio e proteína animal em excesso, e avaliação metabólica para identificar fatores individuais de risco.
Próximo passo: se você tem dúvidas ou está com sintomas, converse com a equipe pelo WhatsApp.
Conteúdo elaborado pelo Dr. Marco Comper — Urologista.